Poder
IKE O DIA D - IKE: COUNTDOWN TO D-DAY (2004)
Direção: Robert Harmon
Elenco: Tom Selleck, James Remar, Timothy Bottoms, Gerald McRaney
Cotação Verde: 


Análise: O filme conta a história real de Dwight "Ike" Eisenhower, homem escolhido pelo presidente americano Teodore Roosevelt e pelo primeiro-ministro ingles Winston Churchill como comandante supremo da força aliada e todo o planejamento para a execução do Dia-D, que consistia da invasão da França ocupada pelos nazistas e o plano de retomada da Europa.
Durante todo o filme vemos a escolha de Ike dos seus comandantes, de como vai funcionar a operação dos paraquedistas, infantaria, marinha, aeronáutica, todo o detalhamento de solo e principalmente das condições clímaticas.
Alinhando um elenco afinado, e um roteiro inteligente que explora bem toda a complexidade da concepção de uma estratégia enorme como a que foi empregada no dia D, é legal analisar também que o elenco esta muito afiado, principalmente Tom Selleck, que some (no sentido positivo da palavra) na interpretação de Ike, pode ser a falta do bigode, mas ele estava muito bem.
O que me incomodou no filme foi somente minha ignorancia acerca de dois fatos. O primeiro é a forma quase perfeita que IKe é tratado. Ele é bonzinho demais, preocupado demais com cada vida humana, não sei se um comandante supremo seria tão "puro", por isso gostaria de ler um pouco mais sobre esse figura histórica, a outra é a cena com o comandante Francês que nega-se a ajudar na invasão e a aceitar Ike como comandante supremo, mesmo que provisioramente, aceitando que o pais dele fique sem salvação ao invés de apoiar o ataque. Como recentemente houveram problemas entre EUA e França devido a invasão no Iraque, quero muito saber se a cena é verdadeira ou motivada por uma "vingança" de roteiristas patrióticos.
Melhor cena: A cena em que Ike da a ordem de execução do dia D, e fica sozinho na sala, com seus pensamentos e agora com a enorme responsabilidade de ter feito um ótimo trabalho, é a mais bonita e mais reflexiva do filme, da para sentir o peso nas costas daquele único homem.
Escrito por Tio Verde às 23h06


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