Cinemarte

Surpreendente

EU SOU  A LENDA - I AM A LEGEND (2008)

 

 

 

Direção:  Francis Lawrence

 

Elenco:  Will Smith, Alice Braga, Sali Richardson, Paradox Pollack, Charlie Tahan, Emma Thompson

 

Cotação Verde:

 

Análise:   Eu sou a lenda começa mostrando a rotina sufocante de do cientista e capitão do exército Robert Neville (Will Smith), o único remanscente de uma praga que dizimou 96% da população, deixando o restante dividido entre os imunes a qualquer efeito da doença e os que foram alterados por ela, se tornando meio vampiro - meio zumbi.

 

Sozinho na cidade de Nova York, Neville tem somente a companhia de sua cachorra Sam, deixada pela sua filha após a fuga de sua mulher e a menina no ano de 2009, após os primeiros indicios de uma doença que começou em Nova York. Essa doença foi iniciada devido a uma nova droga criada por uma cientista para a cura do cancer e tem o nome de K-virus. Após 3 anos Neville ainda não conseguiu a cura.

 

Por se tratar de um filme que tem como tema principal o sentimento de solidão e isolamento, a maior interação de Will Smith é com a cachorra e com ele mesmo, e posso dizer com toda certeza que ele esta excelente no filme, mostrando uma feição envelhecida e cansada, inclusive ajudado pelos cabelos e a barba branca que deixou para o filme, fugindo do esteriótipo de super star de hollywood e atuando de forma honesta e muito convincente. Fiquei muito feliz com a presença de Alice Braga no elenco, quando ela comenta que veio de São Paulo durante o filme fiquei ainda mais feliz, já que é um filme americana que trata o globo como uma bola, e não somente América do Norte e Europa e Asia.

 

O filme é muito bem feito, demonstrando muito bem o isolamento psicológico de Neville, e até mesmo suas consequencias, como demonstrado na cena de café-da-manhã com Anna (Alice Braga), porém o final é um pouco convencional, até por que se falou muito sobre um final mais barra-pesada presente no livro (desconheço qual é, mas procurarei ler o livro para saber), o que talvez seja ainda melhor para entender a história.

 

 

Melhor cena: Nessa caso vou escolher duas, a escolha pela ação é a cena onde a cachorra Sam entra em um prédio escuro e Neville vai atras dela, é assustadora e a cena que Neville encontra um boneco na rua onde ele não deveria estar, mostra como ele é um bom ator de demonstra muito bem sua loucura no momento, tornando-se um herói irreal mas humano.

Promoção / Divulgação

Amigos bom dia, para quem ficar em São Paulo e quiser prestigiar o cinema nacional, aqui vai uma dica.

 

Para quem quiser ver o trailer o endereço no Youtube esta logo abaixo

http://br.youtube.com/watch?v=13oZXGZfdvY

(Não sei postar video ainda, me perdooem )

 Para quem ler aqui e estiver interessado, segue abaixo a relação de cinemas.

 

 

 

Dispensável

DEU A LOUCA EM HOLLYWOOD - EPIC MOVIE (2007)

 

 

 

Direção:  Jason Friedberg e Aaron Seltezer

 

Elenco:  Kal Penn, Adam Campbell, Jennifer Coolidge, Jayma Mays, Faune A. Chambers, Crispin Glover, Fred Willard, Héctor Jimenez, David Carradine

 

Cotação Verde:

 

Análise:   Estava eu empolgado com o trailer de Espartalhões (Meet the Spartans - estréia nesse final de semana nos Estados Unidos) quando lembrei que tinha um filme de paródia em casa que não havia assistido, que era exatamente o filme Deu a Louca em HollyWood, ignorando qualquer comentário feito anteriormente para esse filme em sites especializados me arrisquei, e me arrependo muito disso.

 

O Filme conta a história de 4 orfãos que não se conhecem, uma jovem adotada pelo curador do Louvre, um latino que vive num monasteiro no Mexico, uma outra que se criou sozinha e esta viajando para Africa onde vai ser adotada por uma familia e um jovem mutante que vive numa escola especializada para essas pessoas.

 

Seguindo uma lógica irreal, e muito forçada até para um filme de paródia, os quatro ganham ingressos para visitar a fábrica de chocolates de Willy Wonka, lá são aprisionados e acham um guarda-roupa que é um portal para o mundo de Gnarnia, um local onde eles descobrirão seu verdadeiro "potencial" e ajudarão o povo daquele local contra a megera branca.

 

Sem contar com nenhuma cena engraçada, assisti o filme torcendo para que ele acabasse logo para que eu pudesse ir dormir. Contando com atores que não sei como foram seduzidos a participar desse projeto ( Vou doar um dinheiro para Crispin Glover e David Carradine, é melhor do que participar desse filme) o elenco é fraco, não anima e  o roteiro me admira como pode ter conseguido ser aprovado, quanto mais filmado.

 

Mas porém não poderia esperar mais de um filme que tem os mesmos produtores e o mesmo tipo de humor idiota do também famigerado Date Movie ( não lembro o nome em português) que também é muito fraco, sendo que não consegui terminar de assistir tudo.

 

Só espero que os Espartalhões consigam melhorar a qualidade das paródias atualmente, porém de qualquer forma já coloquei na minha lista de futuras compras os dois filmes da série Top Gang.

 

Melhor cena: Os créditos finais, não porque tenham qualidade, mas por que sinaliza que o filme acabou.

Crianças

SEIS SIGNOS DA LUZ - THE SEEKER: THE DARK IS RISING (2007)

 

 

 

Direção:  David L. Cunnigham

 

Elenco: Alexander Ludwig, Ian Mcshane, Frances Conroy, Cristopher Ecclestone

 

Cotação Verde:

 

  

 

Análise:  Partindo da idéia de ganhar dinheiro com a moda de filmes de fantasia que iniciou com a série de Harry Porter e Senhor dos Anéis no cinema, chega hoje o filme Seis Signos da Luz, baseado em mais uma obra literária, envolvendo um protagonista adolescente que deve enfrentar os poderes do mal pelo bem da humanidade.

 

O filme começa com o menino Will Staton curtindo sua nova vida na Inglaterra, depois que seu pai se muda com toda a imensa família (Will é o sétimo filho homem do casal, que ainda tem uma menina mais nova) e depois de perceber que está sendo perseguidos por alguns tipos estranhos e se interessar por formas circulares, que ele encontra em todo lugar, Will descobre que está destinado a ser um Seeker, um "caçador" dos signos da Luz, que vão dar poder a luz para vencer os crescentes poderes das trevas ( Cristopher Ecclestone) Tendo a proteção dos anciões da cidade, entre ele o personagem de Ian Mcshane como um dos guerreiros, Will agora se junta aos guerreiros da Luz para caçar os 6 signos do título.

 

O que incomoda nessa história toda não é nem a facilidade com que Will topa a história toda, tendo somente 2 momentos em que reluta ajudar e a aceitar essa realidade, o básico "Eu não sou quem vocês procuram" e uma cena em que ele da um Pity destruindo parte da cidade (Explico melhor depois), além disso, o que consegue incomodar ainda mais são os momentos em que a irmã mais nova, o irmão mais velho e dois irmãos dele descobrem que ele tem poderes, como se isso fosse completamente normal.

 

Outros pontos que acretido serem falhos no filme, é a ajuda dos 4 anciões , em nenhum momento do filme eles trabalham em conjunto ou protegem o Will. Ora, se Will é somente o Seeker e tem 4 guerreiros para protege-lo, eles poderiam ter momentos de luta, porém na única viagem que fazem com Will para recuperar um dos signos eles ficam imobilizados, deixando o trabalho inteiro para o menino, e na luta final são facilmente dispensados. Além disso, por se tratar de um filme para o público infanto-juvenil o filme tem que ficar se explicando, contei pelo menos 5 cenas onde a explicação de que os poderes das sombras estão cada vez maiores.

 

Em termos de atuação, nada a comentar, Ian Mcshane e Cristopher Ecclestone estão somente pagando as contas, e o rapaz Will até parece ser carismático, mas nos momentos dramáticos não se sai nada bem, portanto acredito que não foi muito testado. Todos no piloto-automático.

 

 

 

Melhor cena: Acho que a cena onde o vilão ameaça as pessoas da casa com gelo. É a única que consigo me esforçar um pouco para deixar passar.

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